Transamerica Expo Center
Entrevista: Claudio Vizu – DJ de eventos corporativos

22 fev 2018

Entrevista: Claudio Vizu – DJ de eventos corporativos

Evento sem músicas, trilha sonora ou mesmo um som ambiente é algo bem raro hoje em dia, por isso os DJs são profissionais requisitados, até mesmo no setor corporativo. Agitar a festa, puxar os convidados para a pista de dança ou mesmo deixar a famosa “musiquinha de elevador” tocando ao fundo são esforços fundamentais para o sucesso da ocasião e a boa experiência do público.

Especialista no assunto, o DJ Cláudio Vizu conversou com a equipe do Transamerica Expo Center e contou um pouco sobre sua carreira musical e suas participações em eventos de diversos tipos, confira.

De onde veio a inspiração para trabalhar como DJ?

Sempre gostei de música, desde criança, mas foi no final dos anos 70, começo dos 80, que veio a inspiração. Conheci o Dj Iraí Campos, hoje proprietário da The History. Trabalhos juntos num Cartório na Rua Augusta, e juntamente com isso eu frequentava uma das maiores baladas na época, a Toco, e ele trabalhava no Tio Sam, em Santana, nos finais de semana. Ali começava a corrida para o meu grande sonho e logo nós dois nos tornamos DJs da Toco.

Que conselho você daria para quem almeja seguir o mesmo caminho que o seu?

Nunca desista do seu sonho. Enfrente todos os obstáculos e dificuldades, encare de frente todo o sofrimento que irá passar e acredite em você mesmo e tenha fé no poder superior.

Como é a preparação de um DJ para cada tipo de evento? 

Quando se decide ser um DJ, temos que estar preparados para tudo, inclusive para surpresas, conhecer e ter muitas músicas de vários gêneros, mas o principal é conhecer bem o público alvo e se reunir para discutir o tema do evento com os organizadores. Isso faz com que as surpresas sejam diminuídas.

Como é para o DJ quando o público não está envolvido com a trilha? Que tipo de medida o DJ pode tomar nesses momentos?

Conhecendo antecipadamente o público, principalmente com ajuda dos organizadores, e muito difícil a galera não se envolver, mas raramente quando isso acontece é partir para os clássicos, músicas que marcaram gerações, artistas consagrados por décadas, não tem erro.

O ambiente corporativo foge muitas vezes da agitação dos casamentos, baladas e formaturas. Como o DJ deve se adequar para realizar o trabalho nesse meio mais “sério”?

Ter percepção, ouvir, principalmente seguir as orientações dos organizadores. Já fiz eventos corporativos somente utilizando trilhas neutras, para subida e decida de palco, palestras e premiações. Nestes casos a gente atua muito mais como sonoplasta do que como DJ.