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11 de novembro de 2025

De São Paulo ao mundo: a nova moda do bleisure e como isso muda a logística do evento

Como o conceito de bleisure redefine os eventos corporativos e a logística de ponta a ponta

Imagine um participante que chega a São Paulo para uma conferência de dois dias no Transamerica Expo Center e, ao final dos compromissos formais, decide estender a sua estada para curtir uma experiência gastronômica na cidade, incorporar visitas culturais ou aproveitar um fim de semana prolongado. Esse é o cerne do fenômeno chamado bleisure – a junção de “business” + “leisure”.

Hoje, em um mundo onde o trabalho remoto, os modelos híbridos e a experiência do colaborador ganham protagonismo, o bleisure deixa de ser apenas uma tendência e passa a impactar de forma concreta as estratégias de eventos corporativos, bem como a logística necessária para atendê-lo. Para organizadores, profissionais de marketing e gestores corporativos, entender essa nova dinâmica é essencial para posicionar-se com autoridade, gerar relevância e conquistar leads.

1. O cenário bleisure: contexto, dados e o que isso significa para eventos

Nos últimos anos, o mercado global de viagens bleisure tem apresentado crescimento expressivo. Segundo relatórios recentes, o mercado global avaliou-se em cerca de US$ 430,86 bilhões em 2024 e está projetado para atingir cerca de US$ 469,45 bilhões em 2025, com taxa de crescimento anual (CAGR) próxima de 9 % segundo a The Business Research Company. The Business Research Company+2blog.tbrc.info+2 Outra estimativa aponta para um mercado que saltará de ~US$ 692,7 bilhões em 2024 para provavelmente mais de US$ 4 trilhões até 2035. GlobeNewswire

Esse crescimento é impulsionado por fatores como:

  • Modelos de trabalho híbrido e remoto que liberam deslocamentos mais flexíveis. The Business Research Company+1
  • A crescente importância da experiência do colaborador e da retenção de talentos, onde estadas com misto de trabalho e lazer são valorizadas.
  • A internacionalização dos eventos, jornadas mais longas, segmentos corporativos que exigem logística adaptada.

Para o mercado de eventos e, em especial, para centros sofisticados como o Transamerica Expo Center, essas tendências implicam em uma mudança na forma de imaginar o participante-convidado: não apenas como alguém que entra, assiste e sai, mas alguém que pode querer estender, explorar, experienciar. Logo, a logística, hospedagem, serviços adicionais, transporte e hospitalidade corporativa devem se adaptar.

2. Um evento em São Paulo que abraçou o bleisure

Imagine o seguinte cenário hipotético: uma empresa de tecnologia sediada em São Paulo escolhe o Transamerica Expo Center para seu lançamento de produto global. O cronograma da conferência ocupa dois dias, com painéis, workshops e networking. Mas o briefing da agência inclui algo além: oferecer aos executivos internacionais da empresa uma “opção B” de extensão de estadia, com programação leve de lazer no fim de semana, visitas guiadas, experiência gastronômica paulistana, transporte privativo e coquetel em rooftop.

O resultado? Um participante que chegou para os painéis principais permanece mais dois dias. Ele não só assiste à conferência como também leva consigo uma impressão diferenciada da cidade  e, por extensão, da marca. A empresa, por sua vez, conquista maior engajamento, abre espaço para conversas informais pós evento, impulsiona percepção de valor e fortalece sua presença global.

Esse tipo de cenário é cada vez mais comum: organizadores que entendem que o participante “business” quer também ou ao menos tolera e espera um grau de “leisure”. A logística tradicional (“evento fechado, participante entra e sai”) se expande para “evento + extensão” e isso afeta transporte, hospedagem, serviços extras, comunicação de pós-evento.

3. Impactos na logística de eventos: o que muda e como se preparar

3.1 Hospedagem e programação paralela

Com o bleisure em cena, os participantes podem chegar mais cedo ou permanecer mais tarde. Isso exige planejamento de hospedagem com flexibilidade (acordos com hotéis para dias adicionais, programas de lazer, experiências culturais). A logística deve prever: check-in antecipado, transporte ao lazer, concierge corporativo.

3.2 Transporte e deslocamentos

O participante bleisure não está apenas para o horário do evento. Ele aprecia deslocamentos mais confortáveis, traslados executivos, tours personalizados. Em São Paulo, isso pode significar integração com roteiros de cultura, gastronomia ou business. Assim, a logística de transporte precisa tratar tanto do “evento” como da “prolongação”.

3.3 Comunicação e experiência integrada

A jornada do participante passa a se estender, desde o convite ao evento até o pós-evento e lazer. Portanto a comunicação de marketing deve incorporar a possibilidade de extensão, apresentar opções de lazer, conectar com a cidade. Isso aumenta a percepção de valor e as oportunidades de conversão de leads.

3.4 Serviços de suporte e hospitalidade

Hospedagem, serviços no local (alimentação, experiências), tecnologia de evento (apps para programação, roteiros), até bem-estar e relaxamento entram no radar. Como mostrado em artigos de travel & hospitality, a integração de bem-estar ao bleisure é tendência. Condé Nast Traveler Para eventos, isso significa salas de coworking, lounge de descontração, tours pós-evento.

3.5 Métricas e ROI repensados

Quando o participante estende estadia ou combina lazer e trabalho, a estrutura de custo e benefício muda. Organizadores devem avaliar: quanto tempo adicional o participante permanece? Que valor agregado traz isso à marca? Como mensurar engajamento pós-evento, satisfação, retenção de cliente ou lead? O bleisure eleva a experiência, logo, pode elevar o retorno.

4. Boas práticas e tendências para eventos em São Paulo e além

  • Planejar extensões opcionais: Ofereça pacotes “+ 2 dias” para participantes internacionais ou executivos, que combinem evento + lazer.
  • Comunicar de forma clara: Na comunicação pré-evento, destaque que além dos painéis, há oportunidades de networking menos formais, experiências na cidade, hospedagem flexível.
  • Parcerias locais estratégicas: Em São Paulo, alianças com hotéis, restaurantes, atrações culturais ajudam a compor o valor agregado.
  • Tecnologia para experiência fluida: Use apps ou plataformas que permitam ao participante agendar tanto sessões de evento como tours ou atividades pós-evento.
  • Transporte e logística integrada: Disponibilize traslado, city tours, transporte executivo para os extensores de estadia.
  • Mensuração de impacto diferenciado: Além de números de participantes, visualize “dias adicionais”, “programas de lazer utilizados”, “lead generation via extensões”.
  • Sustentabilidade e bem-estar: O bleisure exige atenção à experiência de qualidade, inclusão de pausas, bem-estar no loca e, serviço de hospitalidade que vá além do tempo útil do evento.

5. Por que o mercado de eventos não pode ignorar o bleisure

Porque o participante de evento não é mais apenas “assiste e vai embora”. Ele deseja engajamento, experiência, memórias. E o bleisure permite que o deslocamento corporativo se transforme em algo mais amplo,  para a marca, para o local do evento e para o próprio participante.

Para centros de eventos como o Transamerica Expo Center, que se posicionam em São Paulo, com acessibilidade internacional e infra estrutura premium, abraçar o bleisure significa oferecer não apenas espaço físico para encontros, mas um ecossistema que conecta evento, cidade, extensão, lazer e negócios. Esse diferencial pode atrair organizadores internacionais, marcas globais e gerar leads de alto nível.

O bleisure não é apenas um modismo passageiro…

É uma mudança estrutural na forma como a logística de eventos deve ser vista. De São Paulo ao mundo, os organizadores que anteverem essa nova realidade e se ajustarem terão vantagem estratégica. Imagine o evento que deixa de ser “do dia X ao dia Y” para se tornar “evento + experiência estendida”.

Se você é gestor de eventos, profissional de marketing ou responsável por operações em um centro como o Transamerica Expo Center, este é o momento de reconfigurar sua abordagem logística e comunicacional!

Veja mais em:

  • Tendências e Tecnologia

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